Dados de Miguel Pereira e distâncias a partir da nossa pousada. Perto de tudo:


1,3 km do ponto de táxi em Barão de Javary, onde há um supermercado e pequenos comércios, como bares, casa de material de construção e banca de jornal

 1,5 km do início do lago de Barão de Javary: pedalinhos, cavalos, charretes, quiosques e feira do interior

 

 2 km do bairro Governador Portela: supermercado, bares, restaurante, farmácia etc.

 3 km da Rodoviária

 

4,3 km do centro de Miguel Pereira: shoppings, supermercados, bancos, restaurantes, bares etc.

Município de Miguel Pereira
O lago Javary, o maior cartão postal da cidade

O lago Javary, o maior cartão postal da cidade
Bandeira de Miguel Pereira
Brasão de Miguel Pereira
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 25 de outubro de 1955 (57 anos)
Gentílico miguelense
Prefeito(a) Roberto de Almeida (2008-2012) (PP)
(2009–2012)
Localização
Localização de Miguel Pereira
Localização de Miguel Pereira no/em  Rio de Janeiro
Miguel Pereira está localizado em: Brasil
Localização de Miguel Pereira no Brasil
22° 27' 14" S 43° 28' 08" O
Unidade federativa  Rio de Janeiro
Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro IBGE/2008[1]
Microrregião Vassouras IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Duque de Caxias, Engenheiro Paulo de Frontin, Japeri, Nova Iguaçu, Paracambi, Paty do Alferes, Petrópolis e Vassouras
Distância até a capital 120 km
Características geográficas
Área 287,356 km² [2]
População 24 647 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 85,77 hab./km²
Altitude 618 m
Clima Tropical de Altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH 0,777 (RJ 29º) – médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 253 533,585 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 9 863,58 IBGE/2008[5]
Página oficial

Miguel Pereira é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro localizado na microrregião Centro-Sul Fluminense. É uma estância climática localizada a 618m acima do nível do mar com 287,356 km² de área.

Índice

História

A evolução histórica de Miguel Pereira acha-se ligada à de Vassouras e de Paty do Alferes, e à expansão da cultura cafeeira no vale fluminense do rio Paraíba do Sul.

A ocupação da área de Miguel Pereira teve origem nas primeiras explorações que visavam transpor a Serra do Mar, depois com a abertura feita por Garcia Rodrigues Paes do Caminho Novo do Tinguá, entre o Rio de Janeiro e as Minas Gerais.

Os tropeiros que subiam o rio das Mortes em direção a Sacra Família do Tinguá (atualmente distrito do município de Engenheiro Paulo de Frontin), fixaram ponto de passagem em pequena várzea. Inicialmente o local ficou conhecido como Barreiros ou Tejuco pois aí se atolavam as tropas de burros que percorriam o Caminho Novo. Depois passou a se chamar Estiva, nome de uma trama de bambu que os tropeiros usavam para colocar no caminhos dos burros para assim vencer a lama em sua jornada.

Algumas pequenas lavouras surgiram na região durante o século XVIII. Estas produziam açúcar ou, mais frequentemente, gêneros alimentícios para consumo no Rio de Janeiro. Em 1770 foi fundada a fazenda da Piedade de Vera Cruz que se tornaria importante como produtora de café na região. As terras do atual município de Miguel Pereira eram então subordinadas administrativa e religiosamente à freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Alferes, atual Paty do Alferes.

Antiga Estação de Trem, hoje desativada. Atração turística do Centro de Miguel Pereira.

As lavouras de café expandiram-se no inicio do século XIX, constituindo-se em fator de progresso e acentuada dinamização da economia local. Esse surto de desenvolvimento motivou que a freguesia fosse elevada ao posto de vila de Nossa Senhora da Paty do Alferes em 1820. Entretanto, logo depois, em 1837, a sede da vila foi transferida para a localidade de vila de Vassouras, voltando Paty do Alferes à condição de freguesia. Em 1857, vila de Vassouras foi transformada em cidade e sede do município que administrava as terras atuais de Miguel Pereira.

O desenvolvimento da região foi apenas nas fazendas de café, com praticamente nenhum desenvolvimento urbano. Somente a partir da construção da capela do Santo Antônio em 1898, é que os colonos de Estiva passam a erguer suas casas humildes e a formar um comércio incipiente em um núcleo urbano, incentivando, dessa maneira, a chegada de novos moradores para o lugar.

Apesar de sofrer declínio econômico devido o esgotamento das terras com a exploração inadequada das plantações de café, o desenvolvimento urbano é impulsionado no início do século XX, quando foi aberto ramal auxiliar da estrada de ferro Melhoramentos (incorporada a Estrada de Ferro Central do Brasil em 1903) que, partindo de Japeri, na baixada Fluminense, atingia o rio Paraíba do Sul na cidade de Paraíba do Sul. O eixo ferroviário estimulou o nascimento de povoações que, em sua maioria, abrigavam os próprios trabalhadores da ferrovia. Este é o caso de Governador Portela, onde parte das áreas urbanas eram de propriedade da Rede Ferroviária Federal - RFFSA, construindo toda uma vila residencial destinada aos ferroviários. Esta característica é responsável pelo desenvolvimento da sede distrital que ocorreria antes de Estiva, atual Miguel Pereira.

A urbanização das áreas adjacentes à estação de Estiva teria lugar a partir da década de 1930, quando as qualidades do clima da região foram propagadas pelo médico e professor Miguel Pereira, que mais tarde daria seu nome à cidade.

Desde então, a ocupação urbana teria como vetor principal o turismo de veraneio, que atraía e ainda atrai a população da região metropolitana do Rio de Janeiro. O acesso original pela ferrovia seria substituído na década de 1950 por uma rodovia, cuja pavimentação posterior representou grande estímulo ao desenvolvimento urbano e turístico da área.

Segundo a divisão administrativa de 1943, o município de Vassouras era formado por onze distritos, dentre os quais os de Miguel Pereira, Governador Portela e Conrado. Em 1955, os dois primeiros distritos foram desmembrados de Vassouras, a fim de formar o município de Miguel Pereira, que assim conquistou a emancipação, por força da Lei nº 2.626, de 25 de outubro daquele ano, e foi instalado em 26 de julho de 1956. Em 1988, Conrado também foi anexado a Miguel Pereira.

Em seu território, no interior da Reserva Biológica do Tinguá, se encontram completamente abandonadas as ruínas de pedra da igreja de Santana das Palmeiras, construída por Francisco Peixoto de Lacerda Werneck, segundo barão do Paty do Alferes. Esse núcleo urbano, antes florescente, foi abandonado no início do século XX.

Geografia

Viaduto Engenheiro Paulo de Frontin.

Localiza-se a 22º27'14" de latitude sul e 43º28'08" de longitude oeste, a uma altitude de 618 metros. A população aferida pela contagem de 2009 do IBGE foi de 25.866 habitantes.[6]

Possui o curioso formato de um peixe, que está praticamente sobre a Reserva Biológica do Tinguá, que recentemente concorreu a uma das 7 Maravilhas do Rio promovido pelo jornal "O Globo". Suas colinas suaves e suas montanhas azuladas abrigam cachoeiras admiráveis e rios de curso sereno e água cristalina. Está em área de Mata Atlântica, tendo uma vasta fauna e flora.

É conhecida pela qualidade da sua produção de leite e derivados, louro, flores, doces, artesanato, embutidos e cachaça.

Clima

Miguel pereira tem clima Tropical de altitude, com médias das máximas no verão de 24,6 graus, média das mínimas no verão de 17,6 graus. No inverno a média das máximas é de 18,7 e a médias das mínimas de 10,3. Com temperatura máxima registrada de 35,7 e temperatura mínima registrada de -2.

Miguel Pereira é uma cidade serrana por excelência, é considerado um dos melhores climas do mundo por ter sua temperatura média anual constante e chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Recentemente conquistou o título de Estância Climática. É um tradicional ponto de veraneio e possui colônias de férias de muitas categorias profissionais.

Hidrografia

Entre o primeiro e segundo distritos se encontra o lago Javary, formado pelo represamento do Córrego do Saco na localidade de Barão de Javary, ocupa extensa área e possui uma rústica ponte ligando suas margens. É um dos cartões postais da cidade e seu acesso é facilitado por estar no caminho do centro e com uma de suas margens sendo beirada pela RJ-125, principal avenida da cidade.

Na zona da Reserva Biológica do Tinguá se localizada a nascente do rio Santana, que faz parte de um sistema hídrico do rio Guandu que alimenta a baixada fluminense e boa parte do Rio de Janeiro com água potável. A reserva possui ainda uma estação de tratamento de água do tempo do Império, de onde partia a maioria de toda a água potável da cidade.

Subdivisões

O município de Miguel Pereira ocupa uma área de 287,356 km² e se divide em três distritos e estes se dividem em bairros, a saber: Miguel Pereira (sede), Governador Portela (2º distrito) e Conrado (3º distrito).

Bairros

Transporte

O transporte público urbano do município se dá por linhas de ônibus municipais e linhas intermunicipais que cruzam a cidade. O transporte público rodoviário se dá por ligações do município com as cidades de Vassouras, Rio de Janeiro e Petrópolis.

As principais rodovias são a RJ-125 (Rodovia Ary Schiavo) que além de ser a principal avenida do centro do município, o conecta a Vassouras, Paty do Alferes e a região metropolitana do Rio de Janeiro. Outra rodovia da cidade é a RJ-121 que inicia no distrito de Governador Portela e conecta a cidade a Vassouras e Valença.

Estrutura de Governo Municipal

Câmara Municipal, no Centro de Miguel Pereira.
  • Prefeito Municipal - Roberto Daniel Campos de Almeida;
  • Vice-Prefeito - Rubem de Jesus;
  • Secretários:
  • Chefia de Gabinete - Paulo Gomide Campos;
  • Administração - Manoel Paulo Lopes Leite;
  • Agricultura e Desenvolvimento Econômico - Albino Gonçalves Portella Júnior;
  • Desenvolvimento Social, Trabalho, Recreação e Lazer - Maurício Mendes Gonçalves;
  • Educação, Cultura e Esportes - Gilberto Cytryn
  • Fazenda - Marcos José Deister Machado;
  • Indústria, Comércio e Turismo - Antônio Arantes Alves Filho
  • Meio Ambiente - Mauro de Alvarenga Peixoto;
  • Obras- Paulo Isidoro Chaves;
  • Saúde - Vanderlei de Souza Chaves;
  • Transportes Urbanos - Edson Saboya Barbosa;
  • Consultoria Jurídica - Marcus Aurelius Machado Cardoso;

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 out. 2010). Página visitada em 16 de agosto de 2009.

Informações obtidas no site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Pereira

História

MIGUEL PEREIRA – PRIMÓRDIOS

Localizado no flanco mais interno da Serra do Tinguá, Miguel Pereira ainda é um município bastante jovem (tem apenas 52 anos de emancipação político-administrativa), porém desfruta de um prestígio invulgar no Estado do Rio. De fato, a antiga Estiva não usufruiu das benesses sócio-econômicas proporcionadas pela Época cafeeira que enriqueceu os vales dos rios Paraíba do Sul e Santana, fazendo de suas belezas naturais e de seu clima privilegiado o mote de um apreciável crescimento social e urbano no decurso das primeiras décadas do século XX. Em finais do século anterior, entretanto, o advento da estrada de ferro pelas montanhas já carreara enorme carga de progresso tanto para Miguel Pereira quanto para Governador Portela (hoje seu 2º Distrito), possibilitando assim a chegada de imigrantes de múltiplos matizes e comerciantes das mais variadas tendências mercantis, cujas atividades determinaram, em pouco tempo, um significativo fomento arquitetônico e demográfico para a área assentada entre as colinas da Serra do Couto.
  Por conseguinte, as atividades turísticas, a ampla divulgação levada a efeito no Rio de Janeiro pelo Professor Miguel Pereira, as excelências do clima, a fertilidade do solo, as riquezas trazidas pela ferrovia nos primórdios do século XX e, principalmente, a instalação de diversas colônias de férias e alentados cassinos pelos vários hotéis da cidade constituíram fatores de extrema relevância para a prosperidade de toda a área serrana, levando Miguel Pereira e Governador Portela a um estágio econômico e a um crescimento urbano de tal ordem que sua emancipação, em 1955, veio se impor de forma quase natural de tão necessária.
  Por outro lado, a desativação da ferrovia, em meados dos anos setenta, provocou não apenas consideráveis prejuízos financeiros em toda nossa região como, em especial, imensos problemas sociais no município, mas baseado na fibra que tanto caracteriza o homem da roça e da serra, o povo miguelense voltou-se para atividades comerciais e turísticas mais específicas e diferenciadas, tentando, pela força do trabalho e pelo típico otimismo do brasileiro, manter bem vivo este cantinho luminoso e pacífico onde viver ainda é um processo extremamente agradável...

PERÍODOS HISTÓRICOS

DESBRAVAMENTO DA SERRA DO TINGUÁ: De 1700 até cerca de 1810, cobrindo a abertura de caminhos pioneiros pela Serra e pelo Vale do Paraíba. O período abrange ainda o aparecimento da Fazenda Pau Grande (em 1709), a implantação da Sesmaria do Capitão Marcos da Costa Fonseca Castelo Branco (em 1712), o nascimento da Vila de Paty do Alferes (em 1739) e o início da construção da Fazenda de Nossa Senhora da Piedade de Vera Cruz (em 1770) e sua conclusão em 1780, sob o comando da família Werneck.

CICLO DO CAFÉ: De 1770 a 1890. Apogeu da produção do café nas grandes propriedades de Valença e Rio das Flores, além dos cafezais nas fazendas do Secretário (Vassouras), Piedade, Manga Larga, Monte Líbano, Monte Alegre e Palmeiras (na área de Paty do Alferes e em parte da região do atual município de Miguel Pereira), as cinco últimas pertencentes a Francisco Peixoto de Lacerda Werneck, o 2º Barão de Paty do Alferes. Tal período caracterizou-se também por uma intensa produtividade pecuária e agrícola (tais como a criação de aves, bovinos e suínos e o cultivo de milho, trigo, mamona, feijão) graças ao expressivo trabalho escravo nas grandes fazendas serranas. Fase de crescimento da Vila de Paty do Alferes, nascimento da Freguesia de Sacra Família do Caminho Novo do Tinguá e ainda da Vila de Vassouras, esta logo constituída em Município em 1833. Tal ciclo assistiu também à derrocada da cafeicultura no vale do Paraíba em conseqüência tanto da Abolição da Escravatura quanto do irremediável e progressivo esgotamento do solo.

NASCIMENTO DO POVOADO DE BARREIROS: De 1880 a 1912. Crescimento do povoado de Barreiros – origem de Miguel Pereira – localizado a meio caminho entre as vilas de Vassouras e Paty do Alferes. Construção da primeira capela católica do povoado, levantada em homenagem a Santo Antônio da Estiva pelo comerciante Antônio da Silva Machado, consagrada em 13 de junho de 1897, data esta considerada oficialmente como o dia do nascimento da cidade de Miguel Pereira. Esse período caracterizou-se ainda pela construção da Estrada de Ferro da Linha Auxiliar a partir de Belém (hoje Japeri), implantada entre 1882 e 1898.

PERÍODO FERROVIÁRIO: Depois de 29 de março de 1898, data de inauguração das estações da Linha Auxiliar na área serrana, trecho ferroviário que conectava Japeri diretamente à cidade de Três Rios. Início das viagens regulares de trens de passageiros e de cargas por toda a região serrana. Grande desenvolvimento urbano, demográfico e arquitetônico da Estiva (nome que já substituía o topônimo Barreiros) e Governador Portela, localidade esta sediando as oficinas de manutenção da ferrovia.

VILA DA ESTIVA: De 1900 a 1920. Época caracterizada, em especial, pelas obras de ampliação da Igreja de Santo Antônio, financiadas por ricas famílias do lugar (como os Machado Bitencourt e os Botelho Peralta), e também pela ligação ferroviária entre Governador Portela e Vassouras através de um segundo ramal da Linha Auxiliar (inaugurado em 1914). Incremento do comércio geral na região. Nessa época aportou na Estiva, no ano de 1915, o médico e professor Miguel da Silva Pereira, que se hospedou pela primeira vez na Fazenda do Barão de Javary (Jorge João Dodsworth), bem junto ao lago do lugar.

PERÍODO DO DR. MIGUEL PEREIRA: Compreende os anos de 1915 a 1918. Intensa divulgação da Vila da Estiva no Rio de Janeiro pelo Dr. Miguel Pereira. Chegada de inúmeros imigrantes alemães, árabes, portugueses, japoneses e italianos à região serrana. Grande multiplicação de estabelecimentos comerciais, entre os quais armarinhos, empórios variados e açougues. Morte do professor Miguel Pereira em 23 de dezembro de 1918.

CONSTRUÇÃO DA CIDADE: De 1920 a 1950. Caracterizado principalmente pela troca do nome Estiva para Miguel Pereira. Chegada de novas levas de imigrantes, entre eles as importantes famílias Ahouage, Dau, Farah, Levy, Barile, Januzzi, Perriconi, Badolati, Deister, Wängler e outras. Incremento considerável do comércio e da hotelaria, este último ramo fazendo nascer na região os hotéis Mano, Lido, Guaporé, Suíça, Javary, Roma, Summerville e dos Turistas, entre outros, alguns deles abrigando alentados e concorridos cassinos. Aparecimento da luz elétrica na região no ano de 1927, fornecida pela pioneira empresa Companhia Força e Luz Vera Cruz fundada por Ângelo Lagrotta e Edmundo Peralta Bernardes. Surto de peste bubônica na Vila (em 1938) e grande enchente de toda região serrana em 1945.

EMANCIPAÇÃO: De 1951 a 1955. Amplos movimentos políticos em Miguel Pereira e em Governador Portela voltados para a liberação das atividades político-administrativas então centralizadas em Vassouras, até então município-mãe de Miguel Pereira, comandados em especial por alguns notáveis lideres locais, entre eles Frederico Augusto da Senna Wängler (que seria o primeiro Prefeito do Município), Gastão Gomes Leite de Carvalho, Darcy Jacob de Mattos, Oswaldo Duarte dos Santos, Francisco Ramos Bernardes, Francisco Marinho Andreiolo, Dr. Carlos Leite, Joaquim Pereira Soares, Antônio da Silva Valente, Aristolina Queiroz de Almeida e seu pai Arthur Monteiro Queiroz, Manoel Guilherme Barbosa, Álvaro Caria, Antônio Valente, José Antônio da Silva e outros mais.

PERÍODO DE AUTONOMIA: Desde a emancipação (25 de outubro de 1955) até os dias atuais.

Informações obtidas no site da Prefeitura: http://www.pmmp.rj.gov.br/

Pousada Paraíso Tia Regina - Miguel Pereira
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